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Frankintein
Treiler do filme frankistein
Resumo do livro frankenstein Victor Frankenstein vai para Genebra estudar medicina, onde divide moradia com seu amigo. At que resolve desafiar a todos dando vida a um ser criado por ele. Aps muito tempo empenhado em sua criao sem ver a luz do dia, finalmente a termina dando se conta da horrvel criatura que criar. Pior que isto, a criatura no recebe nenhum nome, perdendo qualquer possibilidade de se humanizar socialmente, pois no tem ningum para adequ-lo socialmente. No sendo capaz de entender as vinculaes de sua ao, o criador, abandona a criatura, afastando-o de qualquer elo afetivo. Totalmente sozinho, e margem da sociedade, esconde-se de tudo e de todos e, aprende o mundo atravs dos livros e refugiado em uma casa observa moradores, que consegue aprender dificilmente a lngua de seu pas. A criatura determina-se ao aniquilamento dos parentes do seu criador, como ele no foi bem recebido na sociedade, nem mesmo tem um nome, a partir disto a criatura quer que Victor sofra o mesmo que ele sofreu todo esse tempo, e comea seu intento pelo assassinato dos entes mais queridos de seu criador: irmo, amigos e noiva. Frankenstein assim: um livro que fala da alma humana. impossvel l-lo e no se identificar com todos os personagens que o constroem. Depois de ler essa obra e capaz de perceber que a cincia no capaz de criar algum “perfeito”. Revolta, amor, morte, dor, famlia, amizade, preconceito, desprezo, solido e vingana so os ingredientes principais desta obra. “Lembra-te de que fui criado por ti, eu devia ser o teu Ado, porm sou mais o anjo cado, a quem ser o Ado, a quem tiraste a alegria, por crime algum cometido. Por toda a parte vejo reinar a alegria da qual estou irrevogavelmente excludo. Eu era benvolo, bom; a desgraa tronou-me um demnio”.
Mary Shelley (nascida Mary Wollstonecraft Godwin; 30 de Agosto de 1797 – 1º fevereiro de 1851) foi uma escritora britânica, de contos, dramaturga, ensaísta, biógrafa, e escritora de literatura de viagens, mais conhecida por sua novela gótica Frankenstein: ou O Moderno Prometeu (1818). Ela também editou e promoveu os trabalhos de seu marido, o poeta romântico e filósofo Percy Bysshe Shelley. Seu pai foi o filósofo político William Godwin, e sua mãe a filósofa e feminista Mary Wollstonecraft. A mãe de Mary Godwin morreu quando ela tinha 10 dias de nascida; mais tarde, ela e sua meia-irmã, Fanny Imlay, foram criadas por seu pai. Quando Mary tinha quatro anos, Godwin casou-se com uma vizinha, Mary Jane Clairmont. Godwin deu a sua filha uma rica e informal educação, encorajando-a a aderir às suas teorias políticas liberais. Em 1814, Mary Godwin iniciou um relacionamento amoroso com um dos seguidores políticos de seu pai, o casado Percy Bysshe Shelley. Junto com a irmã adotiva de Mary, Claire Clairmont, eles partem para a França e viajam pela Europa; uma vez retornando a Inglaterra, Mary fica grávida de Percy. Durante os próximos dois anos, ela e Percy enfrentam o ostracismo, dívidas e a morte da filha prematura. Eles se casaram em 1816 após o suicídio da primeira mulher de Percy Shelley, Harriet. Em 1816, o famoso casal passou o verão com Lord Byron, John William Polidori, e Claire Clairmont próximos de Genebra, Suíça, onde Mary concebe a idéia de sua novela Frankenstein. Os Shelleys deixam a Grã-Bretanha em 1818 e vão para a Itália, onde o segundo e o terceiro filhos morrem antes do nascimento de seu último e único sobrevivente filho, Percy Florence. Em 1822, seu marido afogou-se quando seu barco afundou durante uma tempestade na Baía de La Spezia. Um ano depois, Mary Shelley retornou a Inglaterra, devotando-se, desde então à educação de seu filho e à carreira como autora profissional. A última década de sua vida foi marcada pela doença, provavelmente causada pelo tumor cerebral que a iria matar aos 53 anos de idade. Até os anos 70, Mary Shelley era conhecida principalmente por seus esforços em publicar os trabalhos de Percy Shelley e pela novela Frankenstein, que permanece sendo lida mundialmente e tendo inspirado muitas peças de teatro e adaptações para o cinema. O currículo escolar recente rendeu uma visão mais compreensiva das realizações de Mary Shelley. Estudantes demonstraram mais interesse em sua carreira literária, particularmente suas novelas, que incluem novelas históricas Valperga (1823) e The Fortunes of Perkin Warbeck (1830), a novela apocalíptica The Last Man (1826), e suas últimas duas novelas, Lodore (1835) e Falkner (1837). Estudos de seus últimos trabalhos conhecidos como o livro de viagem Rambles in Germany and Italy (1844) e os artigos biográficos de Dionysius Lardner's, Cabinet Cyclopaedia (1829–46) serviram de base e visualização de que Mary Shelley permaneceu uma política radical por toda a vida. O trabalho de Mary Shelley frequentemente discute que essa cooperação e simpatia, particularmente praticada pelas mulheres na família, eram maneiras de se reformar a sociedade civil. Essa visão foi um desafio direto ao caráter romântico individualista promovido por Percy Shelley e as teorias políticas iluministas articuladas por seu pai, William Godwin.
Informações sobre a adaptadora: Desde criança Cláudia Lopes sempre gostou de ler.Mas um dia resolveu inverter os papéis e começou a escrevr. Cláudia nasceu em São Paulo,cursou Lingua e Literatura Inglesa.
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Frankenstein (Trailer)
Palavras-Chave: Imagem, Filmes, Trailer, Cinema, Terror
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KISSgurl94 faz 17 dias
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krysta1234 faz 17 dias
great